Revista Pool-life | 15/7/2018


 

Desde que somos crianças ouvimos dizer que é recomendável, após as refeições, aguardar pelo menos uma hora para entrar na água. Mas será que essa informação é verdadeira ou trata-se de mais uma “lenda urbana”? Segundo os médicos, realmente é arriscado cair na piscina depois de comer. Isso porque, como o estômago está digerindo o alimento, ele requer maior fluxo de sangue para completar a tarefa com êxito. 

 

Nesse momento, o sistema nervoso está mais relaxado e concentrado na tarefa (daí vem também aquele sono que sentimos após as refeições). Por outro lado, quando nos exercitamos, o cérebro induz as veias e artérias a se contrair, o que aumenta a resistência e reduz o fluxo de sangue. O músculo trabalhado no exercício, pelo contrário, pede mais sangue e se dilata. Esse sangue é “roubado” de alguns órgãos que, por estarem em repouso, não são prejudicados. 

 

Mas a situação se complica quando queremos nadar e nosso corpo precisa realizar a digestão. Acontece um duplo comando conflitante: o sistema digestivo e o exercício demandam aumento no fornecimento de sangue. O resultado são as temidas cãibras, que aumentam o risco de afogamento. Portanto, respeite a complexidade de seu corpo e aguarde ao menos uma hora (tempo médio que dura a digestão) para se esbaldar na água. 

 


 

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